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DELIO ANDRADE

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PT: “O maior escândalo de corrupção da história do mundo”

“Não há como separar as decisões tomadas no âmbito da Lava Jato das circunstâncias que a circundavam”. “Estava-se diante do maior escândalo de corrupção da história do mundo, ao que se tem notícia.

Estavam envolvidos todos os partidos que representavam a coalizão que administrava o país há mais de dez anos e com todas as implicações que isso significa, justamente depois do que já se sabia do mensalão.

Mais do que isso, houve sinais divulgados ao público de inúmeras tentativas de se tentar barrar a operação.

Não estávamos na ocasião, como não estamos hoje, em um ambiente de normalidade institucional (…).

Se o bem maior era a República e o bem da nação, eticamente não se exigiria outra coisa de um virtuoso que não a de proteger o resultado da Operação Lava Jato, dentro das regras vigentes; a punição dos envolvidos e sua retirada da vida pública, após o devido processo legal. Que, aliás, foi o que ocorreu, com a prisão de empreiteiros e políticos de diferentes partidos, que, ao que parece, ainda lutam para reverter esse resultado e voltar às velhas práticas no poder.”

A Odebrecht lembra o “amplo período de prosperidade”, entre 2008 e 2015, quando o faturamento saltou de R$ 40 bilhões para R$ 132 bilhões.

A prosperidade, azeitada com dinheiro público em amplo esquema de corrupção, foi acompanhada de um endividamento assustador, de R$ 18 bilhões para R$ 110 bilhões.

Ou seja, o gigante nacional cresceu à base de esteroides e murchou quando a Lava Jato cortou o suprimento.

Segundo o porta-voz da Presidência, Bolsonaro espera que Montezano adote medidas como a devolução de recursos que estão no banco ao Tesouro Nacional.

Com a substituição de Joaquim Levy por Gustavo Montezano, Bolsonaro quer que novo presidente do BNDES abra ‘caixa-preta’ do banco e identifique onde foi investido o dinheiro enviado a obras de infraestrutura em Cuba, Venezuela e outros pelo PT.

“A gente não sabe nem de que computador saiu. Aquilo lá pode ter sido feito a qualquer momento por qualquer um”

A frase é de Paulo Bernardo, durante oitiva na CPI do BNDES, mas ele não estava se referindo obviamente ao vazamento de supostas mensagens do Telegram de procuradores da Lava Jato.

O ex-ministro estava se referindo às planilhas do departamento de propina da Odebrecht. Ele é acusado de embolsar cerca de R$ 50 milhões em troca de apoio à aprovação de linha de crédito para obras em Angola.

Lula, o avalista do petrolão

1 – O esquema do PT com o Banco Schahin era idêntico ao do Banco Rural.

2 – O Banco Schahin fez vários empréstimos fictícios para o PT.

3 – Um desses empréstimos, em nome de José Carlos Bumlai, o laranja do Lula, foi usado para pagar o chantagista que ameaçava denunciar o envolvimento do próprio Lula no assassinato de Celso Daniel.

4 – Quando estourou o mensalão, o Banco Schahin foi acionado para quitar 60 milhões em dívidas da campanha de Lula, em 2006.

5 – A contrapartida foi o contrato com a Petrobras para o navio-sonda Vitória 10.000.

6 – O mensalão, administrado por Delúbio Soares, foi substituído pelo petrolão, administrado por João Vaccari Neto.

7 – O petrolão cresceu e se tornou o maior esquema de corrupção de todos os tempos, financiando as duas eleições de Dilma Rousseff, em 2010 e em 2014.

Lula, foi o “principal articulador e avalista das nomeações”.

“Era o garantidor do esquema maior montado para abastecer os partidos, agia nos bastidores para nomeação de agentes públicos em cargos chaves para a organização criminosa.”

“O petrolão e o mensalão são a mesma coisa. Desde 2004, o petrolão financiava o mensalão”.

Pedro Corrêa, denunciou o envolvimento direto de Lula com o Petrolão.

Os dois tiveram vários encontros para discutir a divisão de propina das empreiteiras.

Num desses encontros, “o PP cobrava mais espaço no esquema de propina da Petrobras. Lula teria dito a Corrêa que Paulinho, apelido de Paulo Roberto Costa, indicado pelo ex-presidente, estava atendendo bem o partido da base aliada”.

Outro episódio:

“Corrêa e João Pizzolatti foram ao escritório do advogado Luiz Eduardo Greenhalgh. Quando chegaram lá, encontraram Marcos Valério. Greenhalgh e Valério queriam que Pedro Corrêa e Pizzolatti os ajudassem a fechar uma operação de compra e venda de petróleo com Paulo Roberto Costa. De acordo com Corrêa, Lula interferiu para que a transação saísse”.

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